O Agosto Lilás não é apenas uma campanha de conscientização.
É um alerta à sociedade e um convite à reflexão sobre uma realidade que ainda marca a vida de milhares de mulheres.
Violência contra a mulher não pode ser relativizada, justificada ou silenciada. Ela destrói famílias, deixa marcas profundas e compromete o futuro de toda a sociedade.
É preciso compreender que a grandeza de um homem não se mede pela força física, mas pela sua capacidade de respeitar, proteger e conviver com dignidade. Quem escolhe a violência revela apenas a incapacidade de resolver conflitos com humanidade.
Vale lembrar uma verdade simples, mas poderosa: todos nós chegamos a este mundo graças a uma mulher. Foi uma mãe quem nos deu a vida. Ao longo da caminhada, outras mulheres cruzaram a nossa vida: avós, irmãs, filhas, esposas, amigas e colegas que ajudaram a construir a pessoa que somos hoje. Respeitá-las não é um favor; é um dever.
Que o Agosto Lilás seja mais do que um mês de campanhas e mensagens nas redes sociais. Que seja um compromisso permanente de cada cidadão, de cada família e de cada instituição na construção de uma cultura de respeito, igualdade e paz.
Nenhuma mulher deve viver com medo. O silêncio protege o agressor; a conscientização, a denúncia e a solidariedade protegem vidas.
Violência contra a mulher nunca será sinal de força. Respeito, caráter e humanidade, sim. Por @luizgmartins
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